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been kicking up sparks to set the flames free.

August 17, 2009

é só mais um daqueles dias onde sensibilidade é tudo o que exala de mim. me impressiona quão quebrável posso ser por uns instantes.

talvez a véspera do começo do fim do ano.

talvez o passeio no centro.

talvez o doce de leite latte do meu lugar preferido.

talvez o que eles me disseram. e disseram. e comentaram. e sugeriram. e se importaram.

tantas palavras nessa língua, particulamente, nesse momento, e eu não consigo montá-las de forma a significarem algo que eu gostaria de dizer. ele até me falou sobre isso nesses dias durante nossos bons momentos, mas nem lembrei que também era meio-que comum ocorrer comigo, já que ultimamente era tudo tão claro.

um pouquinho de sigur ros basta pra perceber que eu estou sentindo falta de mim. não fazer todas coisas que gostaria de fazer, com a frequencia pretendida é algo que vai contra o que almejo. já comentei sobre há uns duzentos posts atrás.

falando em posts antigos, quando ele me disse que passou por aqui, eu fiquei curioso pra lembrar quem eu era e resolvi ler tudo de novo.

e foi bom,

porque eu lembrei quem eu sou – e não quem eu era – , e tudo que tá aqui continua valendo, só que com um pouquinho – bem pouquinho –  de amadurecimento.

mas quando recaio nesses momentos, percebo que a linha do tempo não é relevante aqui. sentimento é sentimento e e os meus sempre apareceram da mesma forma. senoidal. neste momento quase certeza ser +1.

o que é bom,

porque é coerente.

mas acho que era isso que eu pretendia dizer. quando seu tato é sua mente, os caminhos tornam-se pouco mais abstratos.

teoricamente,

deveria ser um problema simples.

acho que vou começar pela listinha. sempre a listinha.

o álbum de fundo é me› su› í eyrum vi› spilum endalaust, sigur rós.