Archive for February, 2008

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don’t leave me high, don’t leave me dry

February 25, 2008

não que eu seja, assim, idiota.

mas a história de the waiting drove me mad vem ao caso quando eu espero as coisas desse jeito. se você não pode me dar o que eu espero, então por favor, não diga que vai me dar o que eu espero.

já você, até que eu dormiria uma – ou duas – noites. só pra preencher esse aparente vazio. 

então

I guess I thought you had the flavour, mas agora já nem sei mais. vai rolar uma semana aí bacana. tipo aquelas fases de transição que a rapaziada profissional que entende dessas coisas clama por dizer que é o melhor.a partir daí a gente vê como ficam as coisas.

mal, não pode fazer

porque, depois de ontem, ah, só melhora.

o álbum de fundo é we are scientists, with love and squalor.

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bitter sweet

February 23, 2008

estava vendo arquivo x. era a história de um cara que tinha, tipo, muita sorte. mas pra isso ele deixava todos ao seu redor sem menor sorte (para não dizer azar). foi quando o mulder perguntou ‘tipo, qual é da parada?’ o cara disse que deveria se tratar de equilíbrio or something like that.  

claro que eu não pude deixar de me perguntar… pra cada hora de nirvana que eu tenho, quantos dias tenho que passar meio-que na merda? 

na boa que quando eu souber o fator correto eu farei uma regra de três, e me programarei melhor. 

o álbum de fundo é radiohead, the bends.

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njósnavélin

February 18, 2008

é que eu estava esperando uma coisa assim-assim.

só esperando a estação acabar pra poder voltar a maravilhosa rotina qual não preciso pensar em nada. ’mas  sabe…’, pensei. ‘o que fazer nesse meio tempo?’ 

aí, a velha coisa de uma coisa que leva a outra coisa, e, oh, a velha rotina começa amanhã, e eu não estou nem um pouco a fim. eu só quero voltar todo um período de mês e meio, e fazer tudo de novo, igualzinho.   

que o problema de não esperar nada mais do que curtição, é que, se pinta algo mais que curtição, eu fico todo perdido porque não tenho a menor prática com essas coisas que acontecem de repente, não sei mesmo administrar, e fica assim então.  

todas minhas fichas estão sobre a mesma aposta. e, nem é um jogo. na verdade, não deve ser nada muito fora do normal. mas como qualquer explosão de sentimentos repentina me altera – tipo – bonito, eu fico aí, todo em outro mundo.  

‘bora esperar mais uns dias, trabalhar um pouco e etc.  

o álbum de fundo é vanilla sky (ost).