“… eu passei só quarenta e oito horas pensando para chegar a um monte de conclusões que já deveria imaginar desde uns meses atrás. bem, não serão mudanças claras de comportamento, vai ser mais uma coisa relativa aos olhos do observador. fatos e acontecimentos. personalidades. amor, ódio e egoísmo. sei que faço parte desse círculo de pessoas, deste círculo vicioso. ah, mas eu amo as pessoas, e elas sempre serão minhas…”
serei um pouco mais incisivo,
falarei umas coisinhas a mais,
vou deixar bem claro que álguem precisa abrir os olhos – antes que seja tarde demais.
e daí se eu sumo as vezes?
janeiro é um mês sem rotina.
eu acordo numa cidade e durmo na outra.
vejo e conheço mil pessoas.
bebo a mesma quantidade dos outros meses somados.
aí,
chega dia 31,
e eu estou completamente preparado pra seguir o ano.
voltar a ter rotina e vida regular.
ah, eu gosto de regularidade e disciplina.
senti falta.
estou com saudades e sinto-me feliz por estar de volta.
afinal de contas, tenho pendencias a resolver nas próximas semanas.
alguém vai ter que ceder.
o álbum de fundo é placebo, meds.


